A resposta foi dada pelo diretor do Departamento de Integração de Sistemas de Informação, Corinto Meffe, às críticas feitas hoje em audiência pública no Senado por empresários do setor de software, de que as empresas estatais, o Portal do Software Público e as soluções de código aberto, estariam “tirando espaço” do setor privado nas compras governamentais.
Corinto rebateu dizendo que se surpreendia com os empresários e representantes de entidades do setor, por estarem retornando a uma velha discussão, considerada por ele como “pequena”, para se tornar num argumento ou motivo que explique a eventual falta de resultados positivos na indústria nacional.
“O Software público não alcançou consenso no governo por imposição. Ele alcançou consenso por resultados”, rebateu.
Segundo Corinto, o Portal do Software Público conta hoje com 56 soluções e nenhum ofertante pediu para sair. E o programa tem gerado bons resultados e oportunidade de negócios, em todas as regiões do país.
SLTI: Software público ganhou espaço por resultados e não por imposição
Written by Alessandro Moura on maio 18th, 2012Linus Torvalds no Hall da Fama da Internet
Written by Alessandro Moura on maio 3rd, 2012
Linus Torvalds
As creator of the Linux operating system, Linus Torvalds is a leading supporter of Open Source software. An avid programmer, Torvalds wrote the kernel of the Linux operating system at age 21 from his mother’s apartment in Helsinki. As Wired magazine wrote in 2003, “He posted it on the Internet and invited other programmers to improve it. Since then, tens of thousands of them have, making Linux perhaps the single largest collaborative project in the planet’s history.” Linux now serves as the primary foundation of Open Source used by Internet developers and companies today.
Torvalds has carefully overseen the development of Linux since its inception. In 2003, he focused exclusively on the kernel, backed by the Open Source Development Labs (OSDL), a consortium formed by high-tech companies which included IBM, Hewlett-Packard, Intel, AMD, RedHat, Novell and many others. The purpose of the consortium was to promote Linux development. OSDL merged with The Free Standards Group in January 2007, to become The Linux Foundation. As the self-described “benevolent dictator of Planet Linux,” Torvalds remains the ultimate authority on what new code is incorporated into the standard Linux kernel.
As novidades do Ubuntu 12.04 “Precise Pangolin”
Written by Alessandro Moura on abril 26th, 2012
O Ubuntu 12.04 “Precise Pangolin” foi lançado hoje, trazendo muitas melhorias para a nossadistribuição Linux favorita. Ele tem uma nova função de busca rápida chamada HUD, algumas configurações de privacidade novas, pequenos aperfeiçoamentos na interface Unity e mais.
Esta é outra atualização do tipo “Long Term Support” (LTS), que significa que a Canonical dará suporte a ela por mais tempo do que em outras versões — cinco anos, para ser exato. Isso também costuma significar muitos novos recursos, embora dessa vez pareça ter havido uma preocupação maior com polimento do que com qualquer outra coisa. De qualquer forma, o HUD sozinho já é motivo para mandar ver na atualização. Façamos um tour por todas as novidades do Ubuntu:
O HUD torna a pesquisa por itens de menus super fácil
Você já se viu em uma situação onde estava usando um programa, queria algo específico que você sabiaque estava em um dos seus menus, mas não tinha ideia de em qual deles? O novo HUD resolve esse problema. Apenas aperte a tecla Alt e a barra de pesquisa aparecerá no canto superior esquerdo da tela. De lá você pode digitar o que está em busca e ele retornará quaisquer itens de menu que batam com o que foi digitado. Se você já usou um Mac, é quase como a barra do Spotlight que você tem abaixo do menu “Ajuda” de aplicações individuais. É bem útil.
Novas opções de privacidade mantêm suas informações contigo
Uma coisa legal da Dash da Unity é que com ela você pode pesquisar por arquivos, pastas e programas abertos recentemente com muita facilidade. Entretanto, se você quiser que algumas das suas atividades não sejam registradas e fiquem fora do radar, o Precise tem novas configurações de privacidade que lhe permitem isso. Indo em Configurações do Sistema > Privacidade, você pode ignorar certos formatos de arquivos, ignorar atividades em pastas determinadas ou ignorar atividades com certos aplicativos. Você pode até mesmo desativar absolutamente tudo se você não quiser o recurso. Em tempos onde todo mundo tem passado vexame com escândalos e falhas de privacidade, é bem bacana o fato de a Canonical ter adicionado um painel de preferências relacionadas ao tema tão acessível a qualquer pessoa.
Melhorias gerais na interface Unity
Quer você a ame ou odeie, a Unity veio para ficar e a nova versão tem algumas melhorias que a deixa um pouco mais interessante para nós que ainda estamos em cima do muro. No topo da lista, a nova lente Vídeo para o Dash (você se lembra das lentes?), a qual busca não apenas vídeos guardados no seu computador mas também online. Isso quer dizer que você não precisa mais ir à Amazon, Vimeo ou TED Talks em seu navegador para pesquisar por vídeo — apenas clique na tecla Super (Winkey na maioria dos teclados), depois na lente Vídeo e comece a digitar. Infelizmente, ela ainda não pesquisa todo o YouTube, apenas o YouTube Movies e YouTube Shows, mas esperamos que isso mude ou que alguém crie um add-on no futuro próximo.
Você também verá que o Nautilus agora tem um belo e robusto menu com o botão direito do mouse na dock da Unity, o que é ótimo, mais alguns efeitos de combinação de cores legais se você tiver uma máquina poderosa o bastante. O painel de configurações de Aparência também tem algumas específicas para a Unity, como o auto-ocultar do lançador.
Touchpads com botões embutidos funcionam um pouco melhor
Durante muito tempo o Ubuntu teve problemas com dispositivos ClickPad, onde o touchpad em si é o botão do mouse (como os encontrados nos MacBooks). No Precise, dispositivos ClickPad são totalmente suportados. Finalmente você pode clicar no botão, embora ele ainda mova um cursor um pouco com um segundo dedo no trackpad. Em versões anteriores do Ubuntu, ele tinha problemas em reconhecer o segundo dedo. Infelizmente, o suporte a trackpads ainda não chegou lá. Ainda que cliques e o ato de arrastar funcionem bem em geral, a Canonical parece ter ignorado completamente o uso regular do mouse. Se você tiver o dedão na parte de baixo do trackpad, não pode mover o mouse com um segundo dedo. A coisa toda se apresenta de forma nada natural e meio precária, dá a sensação de que é um trabalho ainda em andamento. Esperamos que essa área melhor logo — e agora temos a certeza de que pelo menos estão prestando atenção nisso.Foto por Ryan Bailey.
Rhythmbox volta a ser o player de música padrão
Nós realmente curtíamos o Banshee como player de música padrão no Ubuntu, mas na versão 12.04 eles voltaram a ter como padrão o estável e popular Rhythmbox. A maior novidade aqui é que a Ubuntu One Music Store está disponível de novo no Rhythmbox, então usuários do Ubuntu One são os únicos afetados de verdade — todos os demais podem continuar usando o player de música que quiserem, numa boa.
Ubuntu One tem algumas opções a mais
Por fim, usuários do Ubuntu One também verão que a interface do cliente do Ubuntu One mudou um pouco e agora está mais parecida com a sua contraparte para Windows. Você também tem, agora, a opção de escolher quais pastas quer sincronizar com a sua máquina, o que é bem legal.
***
Além do fato de ser uma versão LTS, não há uma tonelada de grandes mudanças no Ubuntu 12.04, ainda que o HUD seja bom o suficiente para justificar um upgrade o mais rápido possível. Dê uma olhada no changelog da Canonical para a lista completa de mudanças ou baixe logo a nova versão e experimente você mesmo. Se você topar com alguma outra novidade não listada acima, comente-a aí embaixo, ok?
checklist_sysadmin_fundamental
Written by Alessandro Moura on abril 25th, 2012Objetivo
Descrever o diagnóstico fundamental de um ambiente linux passo-a-passo.
Por quê devemos usar checklists?
O uso de checklist evita que sejam feitos diagnósticos imprecisos, ele pode ser um grande aliado se for uso regularmente.
Quando devo usar o checklist?
Sempre, de preferência execute o checklist antes de avançar para algo mais complexo ou para avaliação do sistema com problema, na maioria dos casos o problema será encontrado durante o checklist.
Checklist
ambiente gnu/linux
00. Verificar conexões
máquina física
-
Cabos de rede estão conectados corretamente?
-
E os demais cabos?
máquina virtual
-
Olhar no Hypervisor (VMWARE/XEN) se há algum alerta no ambiente que possa afetar a VM
-
Olhar no Hypervisor (VMWARE/XEN) se não há algum alerta relativo a VM
-
Verificar se a interface de rede da VM esta devidamente conectada, ativada e configurada no Hypervisor.
01. Verificar interfaces de rede
-
Estão ativadas no Linux?
-
Estão configuradas corretamente, Ipv4/Ipv6, máscara?
-
Velocidade (auto-negociacao) está ativado, veja se está rodando 10 ou 10/100 ou 10/100/1000 ou 10/100/1000/10000
02. Verificar rotas
-
As rotas para suas filiais ou redes externas estão configuradas?
-
Está com o gateway padrão configurado?
03. Verificar DNS
-
Existe o arquivo /etc/resolv.conf
-
Os servidores de nome estão configurados corretamente?
-
Consegue resposta ao comando: $ dig slashdot.org
04. Verificar logs
Verifique os arquivos:
debian
-
messages
-
daemon
-
syslog
-
auth.log
-
kernel.log
-
user.log
Algo anormal?
centos
-
messages
-
secure
-
boot
-
dmesg
Algo anormal?
05. Verificar saída do dmesg
-
Vê alguma mensagem anormal?
06. Verificar partições
-
Verifique o /etc/fstab
-
Todas as partições estão/foram montadas?
-
Nenhum erro de FS no DMESG?
07. Verificar uso de disco
-
Alguma partição está com 100% de uso? (df -h)
Este é o problema mais comum, com partições cheias – principalmente o var – alguns sistemas param de funcionar.
08. Verificar sistema
Usando comandos: UPTIME, TOP, UNAME e PS
-
a carga do sistema está normal? (top)
-
o consumo de memória está normal? (top)
-
o consumo de cpu está normal? (top)
-
o uptime é recente, então máquina acabou de reiniciar? (top/uptime)
-
caso a máquina tenha reiniciado subiu o kernel correto? (uname)
-
algum processo estranho/anormal rodando? (ps aux)
09. Verificar WHO
-
Quem está conectado?
-
Caso alguém esteja conectado, está fazendo o que?
10. Verificar LAST
-
Quem conectou recentemente?
serviço
00. verifique o serviço
verifique se o serviço está rodando
no centos/rhel voce pode usar
service servico status
no debian/ubuntu
/etc/init.d/servico status
ou verifique os processos rodando (método universal)
ps aux | grep servico
exemplos:
[root@mini httpd]# ps aux|grep httpd root 9601 0.0 1.0 286816 10432 ? Ss 09:20 0:00 /usr/sbin/httpd apache 9603 0.2 1.3 292084 14096 ? S 09:20 0:16 /usr/sbin/httpd apache 9604 0.3 1.1 289848 11620 ? S 09:20 0:20 /usr/sbin/httpd apache 9605 0.3 1.2 290372 12404 ? S 09:20 0:21 /usr/sbin/httpd apache 9606 0.2 1.3 291664 13904 ? S 09:20 0:15 /usr/sbin/httpd apache 9607 0.2 1.3 291572 13808 ? S 09:20 0:19 /usr/sbin/httpd apache 9608 0.3 1.4 292684 14680 ? S 09:20 0:21 /usr/sbin/httpd apache 9609 0.3 1.3 292308 14240 ? S 09:20 0:21 /usr/sbin/httpd apache 9610 0.2 1.4 293448 15220 ? S 09:20 0:19 /usr/sbin/httpd apache 10081 0.3 1.2 291108 13076 ? S 09:49 0:15 /usr/sbin/httpd apache 10117 0.2 1.2 291232 12880 ? S 10:34 0:07 /usr/sbin/httpd root 10153 0.0 0.0 103232 880 pts/0 S+ 11:16 0:00 grep httpd
01. verifique as portas
-
cheque se as portas tcp estão em modo listen (netstat -ntpl)
-
checando portas udp estão em modo listen (netstat -nupl)
-
veja se está aceitando conexoes (telnet ip porta)
exemplo de netstat
[root@mini log]# netstat -ntpl|grep sshd tcp 0 0 0.0.0.0:22 0.0.0.0:* OUÇA 3079/sshd tcp 0 0 :::22 :::* OUÇA 3079/sshd
exemplo de telnet
[root@mini log]# telnet localhost 22 Trying ::1... Connected to localhost. Escape character is '^]'. SSH-2.0-OpenSSH_5.3 ^C Connection closed by foreign host.
02. verificar logs
observe os logs do seu serviço e procure por problemas, veja o exemplo abaixo do apache
tail -f /var/log/httpd/access_common
no caso de logs de acesso comum, veja se nao há comportamento suspeito como excesso de conexões simultâneas vinda de uma rede ou host (DoS).
10.138.24.2 - - [10/Apr/2012:10:11:22 -0300] "GET /includes/css/OrderDesc.png HTTP/1.1" 304 - 10.138.24.2 - - [10/Apr/2012:10:11:22 -0300] "GET /includes/imgs/sla1.png HTTP/1.1" 304 - 10.138.24.2 - - [10/Apr/2012:10:11:22 -0300] "GET /ocomon/geral/abertura.php HTTP/1.1" 200 32132 10.138.24.2 - - [10/Apr/2012:10:11:22 -0300] "GET /includes/css/estilos.css.php HTTP/1.1" 200 10703 10.138.24.2 - - [10/Apr/2012:10:11:23 -0300] "GET /includes/icons/help-16.png HTTP/1.1" 304 - 10.138.24.2 - - [10/Apr/2012:10:11:23 -0300] "GET /includes/css/header_bar3.png HTTP/1.1" 304 - 10.138.24.2 - - [10/Apr/2012:10:11:23 -0300] "GET /includes/css/OrderDesc.png HTTP/1.1" 304 - 10.138.24.2 - - [10/Apr/2012:10:11:23 -0300] "GET /includes/imgs/sla1.png HTTP/1.1" 304 - 10.138.24.2 - - [10/Apr/2012:10:11:23 -0300] "GET /ocomon/geral/abertura.php HTTP/1.1" 200 32132 10.138.24.2 - - [10/Apr/2012:10:11:23 -0300] "GET /includes/css/estilos.css.php HTTP/1.1" 200 10703
observe também os logs de erros
tail -f /var/log/httpd/error_log
neste caso avalie o que está acontecendo, assim que você entender o problema poderá planejar a solução, pesquise e busque referências no google se necessário for.
[Sun Apr 22 04:16:19 2012] [error] [client 10.138.2.20] PHP Warning: date(): It is not safe to rely on the system's timezone settings. You are *required* to use the date.timezone setting or the date_default_timezone_set() function. In case you used any of those methods and you are still getting this warning, you most likely misspelled the timezone identifier. We selected 'America/Sao_Paulo' for 'BRT/-3.0/no DST' instead in /srv/ocomon/includes/classes/dateOpers.class.php on line 305, referer: http://sisaos.instituto.df/ocomon/geral/abertura.php
03. banco de dados
a máquina de aplicação está conseguindo alcançar a máquina que roda o sgbd?
ping banco de dados
a máquina de aplicação está conseguindo se conectar ao sgbd?
telnet ip-do-banco porta
o usuário tem permissão para se conectar ao banco, no ip, a partir do host?
mysql -u usuario -p nomedobanco -h ip-do-banco psql -U usuario -h ip-do-banco -d nomedobanco -W
no caso do postgres verifique se você precisa liberar o host no pg_hba.conf, veja se o usuário configurado tem permissão para uso do banco.
no caso do mysql verifique se você precisa liberar o host no grant, veja se o usuário configurado tem permissão para uso do banco.
04. url para apps web
Se for uma APP web, acesse a URL e veja se retorna algum erro, erros comuns são:
| codigo | significado |
|---|---|
| 400 | Bad Request |
| 403 | Forbidden |
| 404 | Not Found |
| 407 | Proxy Auth Required |
| 408 | Request Time Out |
| 415 | Service Unavailable |
| 500 | Internal Server Error |
| 503 | Service Unavailable |
| 507 | Insufficient Storage |
Observe os erros, entenda e planeje a solução.
Referências
Por que é importante testar Distros Linux?
Written by Alessandro Moura on março 27th, 2012Muitas pessoas desistem do Linux por falta de conhecimento. Não se adaptam ao ambiente gráfico, por exemplo, e simplesmente voltam para o amigo da tela azul.
No Brasil são mais de 20 distribuições Linux diferentes, que variam entre acessibilidade, cores, ambientes, tamanhos e outros quesitos. Existem softwares e interfaces gráficas para todos os gostos, de modo que desistir porque a distribuição X não lhe agradou não é o caminho certo, pois ainda existem as distribuições Y, Z, e por aí em diante.
Usuários comuns procuram facilidade, agilidade e estilo. Sim, eles procuram sistemas bonitinhos que possam personalizar a vontade.
Ubuntu 10.10 personalizadoMAS POR QUE É IMPORTANTE TESTAR?
Dando uma resposta curta, é importante testar distros Linux pela dificuldade em encontrar a melhor para você, àquela que melhor se adapte aos seus gostos.
Além dos testes, é necessário saber as características da sua máquina e seu grau de instrução. É complicado fazer bom uso do Fedora em netbooks por exemplo. Ou para exemplificar melhor, para leigos é quase impossível usar uma plataforma em modo texto (sem gráficos).
Servidor Ubuntu: modo texto é para JedisExistem distros fáceis de usar. São básicas e não exigem um computador potente. Outras são complexas, feitas para usuários que entendem melhor da parte técnica e são usadas geralmente para trabalho, como por exemplo o Debian.
Outro ponto importante é pesquisar sobre os ambientes gráficos e alternar entre eles até encontrar aquele que se encaixe perfeitamente ao seu gosto e estilo. Também é possível escolher uma que já tenha pacotes essenciais instalados, como mensageiros instantâneos, editores de imagens e reprodutores de músicas.
Pidgin junto com GnomeUnity, KDE, Gnome, LXDE, XFCE, Fluxbox, Blackbox, Openbox entre outros, são ambientes comuns e bastante usados, mas algumas atualizações deles podem pesar no seu hardware, por isso é indispensável juntar todos os pontos na hora de uma instalação definitiva.
É possível ter um bom sistema operacional com um ambiente básico leve e agradável, que se ajuste ao seu gosto. É o caso de Xubuntu, Lubuntu, PearOS, MintLinux e Ubuntu.

O que achou dessa crítica? Quais distribuições Linux você já testou e qual foi sua experiência com ela? Pretende testar alguma outra? Comente e deixe sua opinião
Referências
http://infotechacker.webnode.com/ambientes-graficos-linux/
http://www.vivaolinux.com.br/artigo/23-distribuicoes-Linux-brasileiras/
FONTE: http://www.ubuntubrsc.com/porque-importante-testar-distros-linux.html
Algumas Curiosidades sobre o Linux
Written by Alessandro Moura on março 16th, 201201. Linus Torvalds desenvolveu o kernel do Linux enquanto estudava na Universidade de Helsinki em 1991.
02. No ano passado, 75% do código criado para o Linux foi desenvolvido por programadores que trabalham em empresas privadas.
03. Em dezembro de 2009 a IBM anunciou um novo sistema Mainframe desenhado para trabalhar com Linux.
04. Os sistemas baseados em Linux encontram-se em 446 dos 500 supercomputadores mais potentes do mundo.
05. 95% dos servidores que se utilizam nos estúdios de Hollywood para os filmes de animação rodam Linux.
06. O primeiro longa-metragem de sucesso produzido em servidores Linux foi Titanic em 1997.
07. James Cameron também escolheu servidores com Linux para produzir o filme Avatar.
08. Os servidores de Google rodam sob Linux.
09. Google contribuiu apenas 1,1% do código do atual kernel do Linux.
10. Linux está-se estendendo rapidamente no mercado de smartphones e outros dispositivos eletrônicos dentro do mercado de consumo.
11. Sistemas operacionais como Palm WebOS, Google Android, Nokia Maemo ou Samsung Bada foram desenvolvidos com base no kernel do Linux.
12. Em 2009, as diferentes variantes de Linux conseguiram uma quota de mercado em servidores de 33,8% em frente ao 7,3% dos sistemas da Microsoft.
13. Na área de computadores desktops ou portáteis o Linux só tem 1,02% de quota de mercado.
14. Torvalds criou Linux para o projeto GNU sob licença GPL.
15. Baixo a licença GPL, qualquer programador ou empresa que distribua o kernel do Linux deve proporcionar também o código fonte dentro do próprio pacote.
16. Em 1994, um tal William Della Croce Jr. registrou a marca Linux nos Estados Unidos e começou a pedir royalties às diferentes distribuições Linux.
17. Torvalds e seus advogados ganharam esta batalha em 1997 para recuperar o registro da marca Linux.
18. Atualmente existem mais de 300 distribuições Linux ativas.
19. Linux ganhou muita popularidade para além dos tradicionais programadores graças à distribuição Slackware, que era mais fácil de utilizar para os não iniciados na programação.
20. Estima-se que em um meio de desenvolvimento comercial o código fonte do Linux custaria em torno dos 7,3 bilhões de dólares.
21. A primeira distribuição comercial de Linux foi Yggdrasil, lançada em 1992 em formato Live-CD que rodava direto do CD.
22. A analista IDC contempla que em 2012 as vendas de suporte para Linux superem 1 bilhões de dólares.
Fonte: Negócio Digital
Por que os nerds usam Linux?
Written by Alessandro Moura on março 12th, 2012Este tipo de pergunta é algo como “Ei, eu espero que você não se importe, mas… por que você é vegetariano?”. Alguns podem não ter resposta, muitos têm muitas razões diferentes, mas vou listar os motivos que eu acho mais do que suficientes para mim, e com a intuição de que também serão os motivos de uma boa parte dos nerds, técnicos e profissionais de informática.
Uma boa razão para usar Linux é ter o prazer de dizer que não usa Windows quando alguém lhe pedir para ir a sua casa consertar seu computador e você não saber o motivo do problema. Você pode dizer que não sabe de Windows e não pode consertar. Sempre encontramos um Windows irrecuperável, pirateado, cheio de vírus, adware, malware e tudo o mais, com dados importantes que o usuário não quer perder, mas, naturalmente, não fez cópia, e um monte de aplicativos instalados. Depois deste quadro sombrio, só nos resta dizer: “Desculpe, amigo, não conheço o Windows, eu uso Linux”.
Outra razão pela qual nós usamos Linux é o tempo que podemos investir para aprender Informática. Um dia você aprende quatro comandos de terminal, um dia você aprende como acessar o disco, no outro dia como matar um processo, etc. Ao longo dos anos você percebe que você conheceu um monte de coisas, você é capaz de instalar um servidor web e um servidor de email, você sabe quais são as portas e você sabe como bloquear, desbloquear, você aprende o que é um firewall, e você pode começar a dizer que você sabe como o computador funciona por dentro. No Windows, esse tempo é desperdiçado, com um sistema escuro que não nos permite ver o que está acontecendo, que reage de forma inesperada para as nossas tentativas de consertá-lo, e quando você menos espera não podemos fazer mais nada, e só uma formatação completa do sistema resolve. Tentar aprender com o RegEdit ou o Dr. Watson no Windows é uma tarefa impossível, porque amanhã o Vista ou o Windows 7 virá com novas técnicas que irão mudar completamente o sistema, fazendo ajustes ainda mais ocultos e escondidos. Então você tenta aprender tudo de novo e de novo, gira e gira em torno de um sistema que nunca mostra o que está acontecendo.
Outra razão é, naturalmente, a segurança. Não perco tempo em instalar antivírus no Linux, antimalware, antispyware e anti-tudo. Nosso sistema não consome recursos extras para analisar todos os pacotes que viajam através da placa de rede. Nosso sistema permite uma melhor utilização da largura de banda, melhor navegação na Internet e está livre de vírus sem antivírus. Existem 6 milhões de vírus catalogados para Windows, contra mil para Linux. As distribuições já saem vacinadas. E quando é lançado um vírus para Linux, maldosamente, horas depois todas as distribuições já estão vacinadas. Aquilo que para alguns pode ser um recurso interessante, para mim é motivo mais do que suficiente para escolher o Linux, já que eu gasto 80% do tempo a navegar na Internet ou usar aplicativos online, com a garantia de que tudo está funcionando corretamente, sem ferramentas de sistema ANTI-TUDO sugando os recursos da minha máquina para protegê-la demais. Sem dúvida o Linux é o ideal para navegar na Internet, e não devemos esquecer que muitos usuários compram um computador apenas para se conectar à Internet.
Linux é mais compatível. Esta declaração, que a priori parece estranha, é explicada quando você conhece o Linux e conhece os formatos de arquivos padrão, e também aqueles que são livres. Primeiro, por que no Linux o Open Office abre todos os arquivos, como o DOC e DOCX do Windows, mas o Office do Windows não abre ODF, que é um formato aprovado pela norma internacional ISO durante anos? Comece a ver como existem formatos de arquivos livres para quase tudo, desde o desenho vetorial, música, imagens, textos, documentos… e todos os formatos livres são incompatíveis no Windows, especialmente em ferramentas da Microsoft, sendo comumente utilizados em outros sistemas operativos e em uma infinidade de ferramentas.
Portanto, é incompatível o Windows, e não o Linux. O Windows só suporta formatos proprietários e bloqueia formatos livres para se tornarem incompatíveis. É inaceitável que, após 10 anos de existência do OGG, arquivos como uma alternativa livre para o formato MP3 proprietário, você não é capaz de abrí-lo no Windows Vista. A Microsoft não teve tempo para incorporar o codec livre durante todos esses anos? O mesmo acontece com o SVG, o ODF, o PDF e uma grande coleção de arquivos que o Windows ainda se esforça para bloquear. Vemos também que o Linux pode ler e gravar em discos rígidos FAT16, FAT32 e NTFS do Windows, enquanto o Windows só pode ler discos de Windows.
Outro motivo que nos convida a usar o Linux é a grande atividade que existe na rede. Usuários que percebem as grandes vantagens do software livre, que não ficam à mercê das grandes empresas, se tornam muito ativos na rede tentando ajudar outros usuários que começam com software livre, resolvendo dúvidas e problemas, outros usuários estão participando de fóruns, escrevem blogs, etc. Assim, este grande banco de dados de conhecimento que é a rede só cresce para compensar qualquer falta de meios no momento da programação de aplicações. Usar o Linux faz você se sentir parte de uma comunidade ativa, de apoio, envolvidos e informados, faz você se sentir orgulhoso de pertencer a um grupo de abnegados e comprometidos com o desenvolvimento sustentável da Internet e da computação em geral. Ser um usuário Linux faz você se sentir bem.
Com Linux não se tem surpresas. Uma vez funcionando nossa placa de TV, o nosso scanner ou modem, já está funcionando para sempre. Com Linux não se tem surpresas onde um dia pára de funcionar este ou aquele elemento, ou de repente, sem motivo aparente, acontecem “coisas estranhas” ou falhas, ou o que funcionou ontem, não funciona hoje, sem tocar em nada. Essas coisas são do Windows. Linux é robusto e, quando tocamos em um arquivo de configuração, se algo pára de funcionar, você consegue recuperar o arquivo de configuração para deixar como estava. Nada fica quebrado. Tudo isso nos convida a tornarmos empenhados em aprender enquanto outros nos recomendam alterar configurações em blogs e tentar, e quando fazemos isso não paramos de adaptar o Linux para o nosso gosto pessoal. Ou seja, pode ser reconfortante resolver em minutos o inesperado e ter sempre o nosso Linux 100% e sem telas azuis.
Com Linux perdemos menos tempo. No Windows, você perde muito tempo para fazer determinadas tarefas. Como muitas vezes precisamos de ferramentas que podem ser encontradas na rede, instalamos, testamos, se não faz o que precisamos, desinstalamos e continuamos tentando. Quando a ferramenta de que precisamos não faz o que queremos porque é uma demonstração, temos de encontrar um crack e rezar para que funcione. Depois de feito tudo isso, nós cumprimos o nosso objetivo, mas temos depois que remover todo o lixo que instalamos, rezando sempre para que nosso sistema não fique cheio de malwares. No Linux, muitas vezes o que precisamos é feito com um par de comandos que estão em um blog. Um para fazer o download da ferramenta e o outro para fazer o trabalho que nós queremos. Além disso, nada é pirata, tudo é livre. Podemos deixar no computador de forma pacífica para o caso de precisar novamente no futuro.
No Windows também perdemos muito tempo reiniciando. É incrível como muitas vezes você tem que reiniciar o Windows, não só quando você instala qualquer coisa, mas também quando você acha que algo está errado, ou quando um aplicativo pára de responder. Além disso, a instalação de aplicativos é lenta e muitas vezes elas têm mais funcionalidades do que precisamos. No Windows você se acostuma a usar megasuites completas de funções para executar tarefas simples. No Linux, as ferramentas são instaladas em segundos e na maioria das vezes fazem o que precisamos, de maneira fácil, com menus intuitivos, devido um extremo esforço colaborativo de muitas pessoas com excelente eficiência.
O Linux é executado de forma mais suave. Depois de um tempo usando o Linux, quando você perder o medo e quando você parar para fazer uma pausa inconsciente ao mover arquivos ou fazer determinadas tarefas, percebemos que o Linux roda muito mais suave. Não apenas na manipulação de arquivos e aplicações em simultâneo, mas em tudo. Linux sempre responde ao que dizemos, mesmo quando o cursor mostra o estado de espera. Após este tempo, quando voltamos para o Windows percebemos que o sistema operacional é totalmente pesado e chato com o usuário.
O Linux também se comporta melhor quando temos muitas coisas abertas. Tocador de música, um outro sistema operacional virtualizado, downloads em massa, navegador… com uma percentagem incrivelmente baixa de consumo de CPU. Por outro lado, gostaria também que alguém me explicasse por que o Windows XP roda melhor virtualizado no Linux. Definitivamente, o kernel Linux é mais sofisticado e lida com multitarefas muito melhor.
Linux não incomoda. Quando nos tornamos usuários avançados de PC, ficamos extremamente chateados quando a máquina resolve nos dizer o que fazer. Se você escolher “reiniciar mais tarde”, é apenas isso, queremos reiniciar mais tarde. Nós não queremos que uma aplicação esteja constantemente nos lembrando que temos de reiniciar pois sabemos que temos que reiniciar.
Também não gostamos de instalar um mensageiro, que instala 500 funcionalidades, anúncios, guias de comunicação com outras aplicações web e outras coisas que fazem o seu computador parecer ter vida própria só para enviar uma linha de mensagem para um amigo. É irritante quando o SO decide por nós, é ruim não poder desinstalar um Messenger antigo, é chato não poder desinstalar o Explorer, ou ao desabilitar as coisas, posteriormente, serem ativadas automaticamente de novo. Queremos o sistema operacional para responder aos nossos cliques e não para si mesmo. Também é irritante um SO estar constantemente nos perguntando se temos a certeza de que nós queremos fazer alguma coisa.
Aplicativos cada vez mais pesados. No Windows, embora você tenha a vantagem de possuir aplicativos mais sofisticados e que fazem um monte de coisas, muitas vezes esses recursos também são um fardo que, longe de ser uma vantagem, são uma séria desvantagem. Será que para redimensionar uma imagem, escrever um email ou enviar uma mensagem instantânea você precisa instalar um aplicativo de 300Mb? Incluir um navegador e uma conexão com bancos de dados ODBC e 200 componentes, conectores e tocadores multimídia, além de publicidade é irritante e ineficaz. Será que todas as aplicações precisam disso tudo para fazer algo tão simples? No Linux temos aplicativos que fazem apenas o que queremos, sem muito peso e sem muitas frescuras. Isso não significa que o Linux não pode fazer tarefas complexas, uma vez que existem aplicativos para todos os gostos.
No Linux, os dados não ficam obsoletos. Aqueles que usaram Windows durante anos têm visto que diversas ferramentas se tornam obsoletas. Hoje, muitas empresas ainda sofrem com este problema, pois a empresa dona do sistema, de código fechado, decide suspender a aplicação e ainda cobra fortunas para migração de dados. No Linux isso não acontece, não só porque o código-fonte do aplicativo é público, mas também porque no Linux usamos formatos abertos que permitem que os dados facilmente migrem para aplicações mais modernas. No Linux não existem empresas interessadas em fazer com que a sua versão fique desatualizada para ganhar mais dinheiro na atualização.
Lançada edição n.34 da Revista Espírito Livre!
Written by Alessandro Moura on fevereiro 21st, 2012
Revista Espírito Livre - Ed. n #034 - Janeiro 2012

O ano de 2012 começa animado para uns e paradão para outros. Enquanto alguns de nós simplesmente não sabe o que são férias, outros conseguem a tão sonhada paz de espírito em um mês quase “morto” em nosso calendário. Mas como assim um mês morto? Simples. A quem diga que o ano realmente só começa depois do nosso amado e odiado Carnaval. E não é pra menos. Vários de nós só faz planos realmente para depois deste feriado. E o que isso tem a ver com tecnologia? Tudo! Afinal, a rede não para, as conexões não param, os servidores não param para uma folga de fim de semana ou feriado prolongado. Pense por um instante: em qual momento os seus processos no servidor estão mais desprotegidos? No momento em que você está com o terminal aberto, monitorando as ações do servidor ou no meio da noite, enquanto muitos de nós dormem e alguns poucos navegam pela estrada da informação? Pense nisso. Ainda tem mais: e quando você dorme com o inimigo, tendo ao lado de sua mesa alguém que pode por em risco toda sua infraestrutura de dados? Mas quem invade um sistema comprometendo-o a ponto de inutilizá-lo é o mesmo que lhe informa, reportando sobre um bug no seu sistema? Você realmente acha que estes indivíduos são todos iguais? Pense de novo, afinal não podemos afirmar que um chaveiro é também um arrombador, como bem esclarece Wilkens Lenon em seu artigo. Alguns veículos de mídia normalmente colocam todos “dentro do mesmo balaio”, como se hackers, crackers, piratas, ativistas, usuários, fossem todos a mesma coisa, o que não é bem verdade. Talvez isso ocorra pra privilegiar alguns poucos ou simplesmente por falta de informação. Mas será mesmo falta de informação quando estamos falando justamente da sociedade da informação (e conhecimento)?
O tema de capa desta edição é bastante controverso, polêmico, por muitas vezes confuso e divide opiniões, já que muita gente diz muita coisa a respeito do tema. Alguns falam sem conhecimento de causa, simplesmente por que leram um texto ou tutorial na rede, e se colocam como se fossem hackers, por exemplo. Enquanto outros, por anos não puderam sequer se aproximar de algum computador ou celular. Sendo assim, de certa forma é compreensível haver tanta dúvida sobre o tema. Alguns são contra os hackers, outros são a favor. E existem outros que são contra os crackers e acham que todos estes são a mesma coisa: vândalos ou simplesmente piratas. Piratas de computador. Alguns, para se beneficiar, buscam criar legislações em países e/ou grupos para tratar os crimes cibernéticos. Leis que bloqueiam isso e aquilo, vasculham e peneiram seus dados, filtrando sabe lá o que. O que sabemos é que com o avanço da tecnologia, teremos cada vez mais novos dispositivos para saciar nossa ânsia e gosto por novidades, mas também teremos a nossa disposição (e também contra nós), cada vez mais possibilidades. Talvez sejam exatamente as possibilidades que todos estes buscam. Os mocinhos e também os bandidos.
E ficam algumas questões para reflexão: você já pensou na sua vida sem a presença dos hackers? Já pensou em todos os equipamentos que você já destravou, desbloqueou, dando aquele “jeitinho” ou com aquela gambiarra? Já pensou em todas as facilidades que os hackers trouxeram a sua vida e em todos os sistemas que você provavelmente usa justamente porque um hacker o fez e disponibilizou na rede? E pior, imagine se todos eles resolvessem cruzar os braços?
Em meio a esta confusão toda, tivemos o prazer de conversar com o Barba Ruiva (personagem criado por Alexandre Oliva). Barba Ruiva nos esclarece alguns pontos importantes em toda essa temática. Esperamos vê-lo por aqui outras vezes, mesmo este sendo um camarada muito ocupado.
Então cuidado ao confundir crackers, hackers, piratas, newbies, usuários avançados, peritos, modders e tantos outros, afinal, mocinhos e bandidos não são a mesma coisa. Seus propósitos são diferentes. E mais: ninguém gosta de ser confundido com o seu oposto.
Um grande abraço!
Concurso: crie a identidade visual do fisl13!
Written by Alessandro Moura on fevereiro 1st, 2012

Já pensou em ver o seu trabalho estampado em todos os materiais de comunicação do fisl, desde o site, passando pelos materiais gráficos e pela sinalização do evento? Assim como no ano passado, a criação da identidade visual da 13ª edição do Fórum Internacional Software Livre – fisl13, ficará a cargo da comunidade Software Livre. Designers e profissionais que trabalham com SL podem enviar suas propostas, que serão avaliadas e votadas pelos membros da Associação Software Livre.Org. O criador da proposta vencedora receberá uma inscrição para o fisl13 e prêmio no valor de R$ 2.500,00.
Ah! E não esqueça de enviar junto com a sua proposta um pequeno parágrafo explicando a sua ideia. Boa sorte!
Baixe o Regulamento e participe!
Regulamento:regulamento_concurso.pdf
Marca fisl - simbolo_fisl.svg.tar.gz
Fontes fisl - FISL-Fontes.tar.gz
Blackout contra o #SOPA e #PIPA
Written by Alessandro Moura on janeiro 19th, 2012Foi muito bom ver bastante gente engajada no #SOPAblackoutBR tirando os sites e blogs do ar, protestando no twitter, facebook, etc. O dia 18/01/12 foi o dia D do protesto, mais não podemos baixar a guarda. Os projetos ainda irão para votação nos EUA e temos de ficar de olho nos acontecimentos, vários senadores dos EUA se posicionaram contra os projetos após os protestos mais ainda ha muito o que fazer. Sem falar que ainda temos no Brasil um projeto tão nocivo quanto o #SOPA, trata-se do projeto do Senador Azeredo que chamamos de Ai5Digital e esse teremos de ter cuidado redobrado em nosso país. Parabéns a todos que participaram e continuemos a luta.











