junho, 2010

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Como manter a bateria do seu Macbook calibrada

terça-feira, junho 29th, 2010

Li essa matéria no Tecnoblog e achei bastante útil e por isso estou reproduzindo:

A Apple é famosa por valorizar a bateria de seus produtos, e com o MacBook não é diferente. As baterias de íon de lítio da empresa de Cupertino possuem um microprocessador que serve para estimar o nível de carga e também a vida útil do seu material. Se elas ficam muito tempo sem uso, ou se recebem ciclos de carga e descarga irregulares todo dia, é muito importante calibrá-las para que você não acabe com uma bateria que avisa ao Mac OS que está com 30% de carga, e um minuto depois desliga sua máquina sem pena do seu trabalho.

Bateria no Macbook unibody

Uma coisa irritante é que a Apple não deixa claro nos manuais e embalagens de seus produtos a importância dessa calibração, ela chega a indicar em páginas obscuras do seu site que é importante calibrar a bateria assim que comprar o aparelho para otimizar a vida útil. A empresa de Jobs até oferece uma área no seu site dedicada às baterias e outra explicando como fazer a calibração, mas que tal a gente simplificar mais as coisas centralizando as questões mais importantes aqui?

Sua bateria em números

Antes de ir em frente, baixe e instale o widget gratuito iStat Pro. Existem outras ferramentas para explorar os dados da bateria, mas o iStat Pro é bem pequeno e vai informar como anda a saúde dela sem enrolar. De quebra, você tem acesso a informações gerais sobre seu sistema.

iStat Pro mostra 100% de saúde100%. =)

Widget instalado e você viu que o indicador Health da sua bateria não animaria nem o Dr House? Ainda há uma luz no fim do túnel para você. Mas se você vê que o número de ciclos já tem vários dígitos e sua bateria vem mentindo descaradamente sobre o tempo de carga, é mais complicado. Antes de escrever este texto, a saúde da minha bateria marcava 96%, e ao chegar aos 10% de carga o computador não ficou ligado o tempo estimado. Depois de uma calibração, o Health voltou a indicar 100%.

Como calibrar?

Indico que você faça isso no fim de semana:

  1. Ligue o MacBook na tomada, carregue a bateria totalmente e deixe-a com 100% de carga por duas horas. Pode continuar usando o computador normalmente.
  2. Tire o MacBook da tomada e ponha a bateria para trabalhar até descarregar por completo. Se quiser acelerar o processo de descarga, ligue o Wi-Fi e Bluetooth, aumente o brilho da tela, coloque um DVD para tocar, conecte monitor externo, execute aquele vídeo 1080p que você tem no HD externo, assista a vídeos no YouTube… Tudo ao mesmo tempo até que a máquina desligue por falta de carga.
  3. Se sua bateria é removível e você precisa continuar usando o notebook, retire-a e deixe-a descansar sem carga por cinco horas. Se for bateria interna, me desculpe: você terá que desligar o MacBook neste período. Aproveite para viver um pouco. :P
  4. Conecte novamente o notebook na tomada para uma carga total na bateria, até chegar a 100%.

É isso. Ela agora está calibrada, podendo indicar uma saúde melhor no iStat Pro e passar a dar uma estimativa bem mais segura de quanto tempo ainda segura sua máquina.

Não se engane com os ciclos de carga

Um ciclo é quando você faz uma descarga e carga completa. Ou seja, quando você consome 50% da bateria e pluga o MacBook na tomada, se a bateria atingir 100% isso não caracteriza um ciclo de carga. Da próxima vez que você consumir novamente 50% da bateria e plugar de novo, até recarregar completamente, aí sim ele conta como um ciclo completo, já que 50% + 50% é uma carga completa.

A Apple informa que suas baterias internas são capazes de durar até 1000 ciclos de cargas e descargas completas, enquanto que as removíveis conseguem durar uns 300 ciclos. São os ciclos de carga irregulares (e inevitáveis no dia-a-dia) que podem causar problemas na saúde da sua bateria a longo prazo, deixando o microprocessador confuso. O mesmo acontece se você deixa o MacBook plugado sempre, coisa comum para quem costuma usar o notebook como um Desktop como eu.

Não pense que há maneira certa ou errada de usar a bateria. Use seu MacBook como precisar, pois as baterias de lítio foram projetadas justamente para sobreviver ao imprevisto de cargas e descargas irregulares. Também não faça como um amigo meu, que descarregava e carregava totalmente a bateria do MacBook diariamente, a não ser que você realmente precise. No caso dele, o procedimento acabou rapidamente com a vida útil da bateria, já que era um ciclo por dia. Mais ou menos 300 dias depois, a bateria já não segurava a carga e o microprocessador não fazia ideia do nível certo que ela possuía.

Qual o intervalo indicado para calibrar?

Depende. Se o MacBook fica muito tempo plugado na tomada, é indicado fazer uma calibração por mês. Caso use bastante fora da tomada, faça o processo a cada dois meses. A Apple disponibiliza até um calendário para adicionar ao iCal com alerta mensal.

Se você for guardar a máquina por muito tempo, deixe a carga da bateria em 50%. Apesar de toda a tecnologia embutida, baterias totalmente descarregadas podem sofrer do “efeito memória” um desgaste e perder a capacidade de carga. Guardá-las por longos períodos com carga total também não é uma boa idéia.

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Fonte: http://tecnoblog.net/28198/calibrar-bateria-macbook/

Revista Espírito Livre – Ed. n.015 – Junho 2010

terça-feira, junho 29th, 2010
Revista Espírito Livre - Ed. n #015 - Junho 2010

Revista Espírito Livre - Ed. n #015 - Junho 2010

CMS. Esse é um assunto que divide opiniões por diversos motivos. Talvez o mais evidente talvez seja que muitos desenvolvedores que gostam de construir seus projetos “na unha” consideram que o uso de um sistema de gerenciamento de conteúdo previamente construído é desnecessário ou que seu uso trás “efeitos colaterais”. Um destes efeitos seria a dependência da ferramenta com o passar do tempo, ou ainda o ato de se prender apenas ao templates (modelos de layout) já existentes. Não considerando apenas a questão do visual, os CMS exercem uma importante tarefa em praticamente qualquer sistema que dependa de atualizações constantes e dinamicidade. E quando o CMS tem seu código aberto, a experência de adaptá-lo a nossa necessidade se torna ainda mais gratificante.

Existem dezenas de CMS sendo utilizados por toda a Web, muitos deles mundialmente famosos e outros nem tanto. A edição deste mês conversou com diversos desenvolvedores, responsáveis por várias destas soluções. Além das entrevistas, casos de sucesso e outros relatos de uso de gerenciadores de conteúdo ilustram esse cenário dinâmico, onde os CMS se encontram.

Tivemos como entrevistados, Tristan Renaud, vice-presidente do Jahia Software Group, responsável pelo CMS Jahia; Mark Evans, líder do projeto glFusion e batemos um papo com Dan Fuhry e Neal Gompa, criadores do EnanoCMS. Também recebemos contribuições de Rafael Silva, criador do site Drupal Brasil, que em sua matéria traz motivos bastante convincentes quanto ao uso do Drupal, inclusive apresentando casos bem sucedidos de uso deste famoso CMS. Yuri Almeida aponta para uma vertente bem interessante em sua contribuição, falando dos CMS e a produção colaborativa de conteúdo. Rafael Leal traz um questionamento pertinente no título de sua matéria: Usar CMS desvaloriza o meu trabalho? Tivemos ainda outras contribuições sobre o assunto de capa que merecem toda a nossa atenção.

Além do tema CMS, Rodrigo Carvalho fala sobre como ter um media center movido a Linux, e para isso apresenta diversas soluções neste sentido. André Noel nos traz uma matéria intitulada “Ubuntu para todos nós!”, onde fala sobre Ubuntu, a história desta distribuição GNU/Linux e sua relação com o significado real da palavra “Ubuntu”. Kemel Zaidan faz uma reflexão bastante profunda sobre o termo “software livre”, além de o contrapor com outros conceitos. Wilkens Lenon aprofunda no conceito software livre, mostrando suas raízes, suas origens.

Nosso colunista Cezar Taurion fala sobre como contribuir para o Kernel Linux, enquanto Alexandre Oliva, aborda o tema Portabilidade, porém aplicado ao campo do software, uma proposta bem interessante por sinal.

Miguel Koren fala sobre o SpagoBI­, uma plataforma BI livre e aberta enquanto Klaibson Ribeiro traz uma dica que deve ser interessante para muita gente que trabalha em escritórios e precisa de fazer o papel timbrado da empresa. Carlisson Galdino apresenta seu nono episódio de Warning Zone, intitulado “Quarto de Hotel”.

A seção Quadrinhos tem estreia com Luis Gustavo da Silva que chega com duas tiras de sua autoria. Fernando Alkmin e José James também estão presentes.

A todos os colegas colaboradores que não foram mencionados aqui, o meu muito obrigado e convite para continuarem conosco na proposta da construção de uma publicação de qualidade e que é a cara do nosso leitor.

Aquele forte abraço a todos os envolvidos e nos vemos na próxima edição!

Download aqui!

Fonte: http://www.revista.espiritolivre.org/?p=554

Lançada a Versão 3.2.1 do BrOffice.org e a 12ª Edição da Revista BrOffice.org

quarta-feira, junho 16th, 2010

Capa Revista BrOffice.org 12ª Edição

BrOffice.org é uma suíte de programas de escritório totalmente gratuita utilizada por milhões de brasileiros e acaba de lançar a sua versão 3.2.1, para vazer o download acesse o endereço: http://www.broffice.org/download e escolha o download para o seu sistema operacional. Está disponível para Linux, MacOS X e Windows. Aposente as outras suítes de escritório e passe a usar BrOffice, pois além de ser open source, é totalmente funcional e compatível com todos os outros formatos das outras suítes. Recomendo a todos.

Também foi lançada a 12ª Edição da Revista BrOffice.org falando sobre Inclusão digital – A Escola do Futuro.
O reconhecimento do BrOffice.org para a inclusão social e a participação brasileira na comunidade internacional são as marcas da edição 12. O tema central, na reportagem de Luiz Oliveira sobre a Escola do Futuro, mostra iniciativas de inclusão digital e como elas podem transformar a realidade ou pelo menos mentalidades. Também esta edição vai além das fronteiras do país, através de entrevista com o diretor administrativo financeiro da BrOffice.org, Olivier Hallot, recentemente eleito conselheiro da comunidade OpenOffice.org internacional. Mas a Revista BrOffice.org não ficou de fora do clima de Copa do Mundo, momento especial para a maioria dos brasileiros. Na seção Escritório Aberto, documentos elaborados especialmente para quem não quer perder um só lance do mundial, unindo torcedores do futebol e entusiastas das tecnologias livres.
Boa leitura! Participe: envie críticas e sugestões para revista(a)broffice.org.

Baixe a edição completa do arquivo em .pdf aqui.